sábado, 1 de março de 2014

Leituras Fevereiro / 2014

Oi gente! Como vocês estão? 
Certamente aproveitando o feriado e/ou curtindo o carnaval... E eu aqui atualizando o blog!
{Porque? Porque é isso que nerds fazem, uai!}
Chegamos ao fim do segundo mês de 2014 e este é o momento te contabilizar as leituras do mês. O tempo praticamente voou e tive muitas coisas, começo das aulas e dos estágios, festas e feriados e etc; mas apesar de tudo achei minha leitura muito prazerosa, e afinal é isso que conta, certo? Depois da loucura gostosa da Maratona Literária me dei alguns dias de folga, para retomar as leituras com mais ânimo; e fui super bem sucedida. :) 

Esse mês de fevereiro, apesar de mais curto e bem corrido, consegui ler quatro livros; sendo duas releituras e duas leituras muito desejadas.
Assim que acabou a Maratona, finalizei a leitura de "O Outro Lado da Meia Noite", de Sidney Sheldon, pra cumprir a minha maratona pessoal: Sidney Sheldon em janeiro, e logo em seguida me dei alguns dias de folga das leituras pra colocar minhas séries em dia (Supernatural, Doctor Who e Grimm). Tem um post só sobre minhas séries preferidas no forno e deve sair em breve! :)
Logo no começo de fevereiro comecei a releitura de O Hobbit, simplesmente porque amo, porque já havia um certo tempo que eu havia lido e porque estou me preparando para ver os filmes em breve (e sim, pretendo reler novamente antes de sair o filme deste ano). O livro é delícia de ler, tem todos os ingredientes de um enredo que prende desde as primeiras linhas: aventura, suspense, ação, humor... Quem não leu, está perdendo uma das leituras mais prazerosas da vida. Leiam!
O segundo livro lido foi um empréstimo da Biblioteca da minha faculdade... finalmente li A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Essa é uma resenha que faço questão de fazer, apesar de estar tropeçando nas palavras, resenhar esse livro está sendo mais difícil do que eu esperava! Ele é tão profundo e ao mesmo tempo tão genial que se torna difícil de traduzir em palavras, principalmente o impacto que ele causa. Acho que quem já leu vai entender muito bem do que eu estou falando... rs.
Assim que acabei essa leitura, já estando praticamente na segunda semana do mês, finalmente recebi o livro mais lindo, mais amado e mais cute cute da estante no momento... O Nome do Vento! \o/
Não sei quanto a vocês, mas eu sempre, mas sempre mesmo, leio um livro quando chega. Não importa se o livro é novo ou velho, se eu já li ou não, se tenho que interromper o que eu estiver lendo ou não. Acho que é como uma apresentação, simplesmente não consigo não ler; sem contar que só depois dessa leitura pra confirmar se o livro tem defeitos (como páginas faltando, por exemplo). Isso é algo que pode acontecer, quer o livro venha de um sebo ou de alguma editora, certo? Então, antes prevenir que remediar.
Se vocês já leram algumas outras postagens do blog, já perceberam que O Nome do Vento e eu temos um caso de amor antigo... rs. Quando ele chegou foi uma super alegria! Consegui um exemplar seminovo na Estante Virtual por apenas 30 dilmas, apesar do frete ter sido uma facada (pois é, ninguém mandou morar no meio do nada né... hahaha) ainda saiu mais em conta do que um livro novo. Foi uma emoção reler a história em um exemplar MEU e começar as marcações das partes que eu mais gosto... Booklovers entenderão!
Depois de reler, analisar a edição e basicamente, namorar a minha edição do meu livro preferido de 2013, e ainda tentando me manter nos clássicos (já que a minha lista de leitura está repleta deles) comecei e terminei "Aventuras de Gulliver". Pensem num livro clássico, bem ao pé da letra: um livro que qualquer um, em qualquer época, pode ler e adorar cada minuto da leitura! Apesar de ser um livro bem descritivo, com pouquíssimos diálogos e de linguagem levemente mais complexa (traduzindo: não é nenhum John Green com a linguagem fácil, mas também não é nenhum Liev Tolstoi com uma linguagem bem formal), eu adorei!
Aconteceram duas coisas bem engraçadas durante a leitura desse livro. A primeira é que eu passei por aquela situação levemente embaraçosa de ser considerada uma psicopata...


O livro tem algumas partes muito, muito engraçadas e algumas completamente nonsense. O efeito é o mesmo: gargalhada certa. O problema é quando você está em público, com o livro na mão e o efeito humor te pega completamente de surpresa; e sai aquela gargalhada bem "AHAUEHAUEHAUEHAUEHAE..." e não uma menos politicamente incorreta, como "Hahahahaha." Até aí, beleza, normal (mais ou menos), você tá com um livro na mão, até que dá pra entender. O problema é que depois de uma dessa eu sempre olho pro lado e tem: A) Uma pessoa que tá com vontade de rir, mas quer me deixar na crazy vibe sozinha, daí dá só aquele sorrisinho de canto de boca e/ou B) Aquela pessoa que discretamente, e às vezes até inconscientemente, dá um passinho pro lado, do tipo "Sai pra lá sua crazy" e aí PÁ, eu começo a rir de novo, olho pro lado e sempre tem... *loop infinito*


Outra coisa bem maluca aconteceu quando eu fui ao sebo. O exemplar que eu estava lendo era o da biblioteca da Universidade em que eu estudo, e acreditem, no sebo próximo a minha casa tinha um exemplar da mesmíssima edição. E como eu sei que vocês devem estar tipo assim agora:


Eu faço questão de mostrar, sou muito adepta do "contra provas não existem argumentos"... Hahuehaeuhaea...



É ou não é a maior das coincidências do mundo encontrar o mesmo exemplar (Clássicos Globo, 1987) num  pequeno sebo no interior de Minas Gerais, ao mesmo tempo que estou lendo? o.O
Claro que comprei, e por apenas 3 dilmas! Conto mais sobre as compras do mês de fevereiro no próximo post.
Beijos e até a próxima!

p.s: Meta da vida: conseguir baixar o filme baseado o livro feito em 1939 (Gulliver's Travels), porque amo filmes clássicos e porque Jack Black é totalmente diferente do Lemuel Gulliver que eu imagino!